Jornalista Ana Renata
quinta-feira, 26 de maio de 2011
segunda-feira, 11 de abril de 2011
terça-feira, 5 de abril de 2011
Luta pela Vida
Texto: Ana Renata, Nayara Alves, Melanie Gothe, Manuela Guerra, Larissa Costa, Juliano de Souza.
Fotos: Nayara Alves / Ana Renata
Edição: Profa. Renata Dos Santos

Diógenes Gregory (esqueda), transplantado, ao lado da sua mãe, Maria Fátima, e do irmão Pierre, que também recebeu um rim
“Tenho um amigo que ficou 12 anos na fila de espera. Todos dependem de sorte para conseguir um doador compatível”, diz Diógenes Gregory, transplantado que enfrentou fila de espera por um órgão.
O estudante de comércio exterior Diógenes Gregory Gonçalves Dutra, 27 anos, residente em Aparecida de Goiânia, conhece de perto a realidade de uma fila de espera. Ele aguardou dois anos para receber um rim e só foi beneficiado porque contou com a solidariedade do cunhado que era compatível.
“A pessoa pode ficar dois, três, cinco, vinte anos na fila e nunca conseguir um transplante”, desabafa Diógenes. Para o estudante, a longa espera resultou em tratamentos constantes por causa da gravidade da doença. ”Tenho a síndrome de Albert, que paralisa os rins, a audição e visão. No meu caso, a doença paralisou os rins e também perdi 40% da audição”, revela.
Segundo o médico Luciano Leão, coordenador da Central de Transplantes do Estado de Goiás, a realidade das filas ainda é um fator que exige melhorias. “São 554 pessoas que aguardam um rim e 2,8 mil na espera por uma córnea.", afirma.
Luciano Leão acrescenta que tais dados abrangem todo o estado de Goiás. O coordenador esclarece que estas estatísticas nem sempre correspondem à realidade, pois muitos pacientes que precisam de um transplante, desconhecem seu estado real de saúde. “Os números revelam apenas pessoas cadastradas. Nosso objetivo é que esta fila caminhe”, relatou.
Parceria é esperança de avanços
O transplante é um processo cirúrgico no qual uma pessoa recebe em seu corpo um órgão ou tecido de um doador. Segundo o médico Luciano Leão, muitas vezes a fila de espera não diminui porque ainda é pequeno o número de pessoas dispostas a autorizar doação de órgãos.
Ele diz que a novidade no campo dos transplantes é a perspectiva de parceria, ainda sem data confirmada, da Central de Notificação, Captação e Distribuição de Órgãos de Goiás (CNCDO-GO) com as secretarias de Saúde e de Educação do Estado de Goiás. Trata-se de um acordo para desenvolver e intensificar campanhas para atrair doadores e esclarecer dúvidas.
Entenda como funciona o processo de doação ao transplante
A Central de Transplantes do Estado de Goiás conta com quatro equipes. A primeira equipe faz contato com a família do doador para verificar a possibilidade de retirada dos órgãos. Se a família concordar, a equipe logo informa a central.
Outra equipe é a burocrática, que entra em contato com médicos realizadores de transplantes em hospitais como a Santa Casa, o Hospital Santa Genoveva, entre outros. Existe outra equipe que providencia a retirada dos órgãos e também a que faz a distribuição para os receptores.
No inicio do próximo ano os transplantes não devem ser realizados apenas no Hospital de Urgências de Goiânia, como ocorre atualmente. “Com isso, reduziremos o tempo de espera da família pelo corpo”, afirma.
Nova regulamentação
A nova regulamentação do Sistema Nacional de Transplantes define que crianças e adolescentes menores de 18 anos terão prioridade no recebimento de órgãos de pessoas da mesma faixa etária. Elas também poderão entrar na fila de transplante de rim antes de enfrentarem a fase terminal da doença.
A equipe médica supervisiona a atualização online do prontuário do paciente. Quem estiver na espera por um órgão também poderá ver na internet a sua posição e o andamento da fila.
O regulamento também dificulta a comercialização de órgãos como fígado e rim. A doação entre pessoas que não são da mesma família deve passar por uma comissão de ética formada por funcionários dos hospitais.
Para mais informações acesse: http://www.transplantes.go.gov.br/ ou envie seu e-mail para centraltransplantes.go@saude.gov.br
Telefones: 62-32018319 / 3201.8320
Fotos: Nayara Alves / Ana Renata
Edição: Profa. Renata Dos Santos

Diógenes Gregory (esqueda), transplantado, ao lado da sua mãe, Maria Fátima, e do irmão Pierre, que também recebeu um rim
“Tenho um amigo que ficou 12 anos na fila de espera. Todos dependem de sorte para conseguir um doador compatível”, diz Diógenes Gregory, transplantado que enfrentou fila de espera por um órgão.
O estudante de comércio exterior Diógenes Gregory Gonçalves Dutra, 27 anos, residente em Aparecida de Goiânia, conhece de perto a realidade de uma fila de espera. Ele aguardou dois anos para receber um rim e só foi beneficiado porque contou com a solidariedade do cunhado que era compatível.
“A pessoa pode ficar dois, três, cinco, vinte anos na fila e nunca conseguir um transplante”, desabafa Diógenes. Para o estudante, a longa espera resultou em tratamentos constantes por causa da gravidade da doença. ”Tenho a síndrome de Albert, que paralisa os rins, a audição e visão. No meu caso, a doença paralisou os rins e também perdi 40% da audição”, revela.
Segundo o médico Luciano Leão, coordenador da Central de Transplantes do Estado de Goiás, a realidade das filas ainda é um fator que exige melhorias. “São 554 pessoas que aguardam um rim e 2,8 mil na espera por uma córnea.", afirma.
Luciano Leão acrescenta que tais dados abrangem todo o estado de Goiás. O coordenador esclarece que estas estatísticas nem sempre correspondem à realidade, pois muitos pacientes que precisam de um transplante, desconhecem seu estado real de saúde. “Os números revelam apenas pessoas cadastradas. Nosso objetivo é que esta fila caminhe”, relatou.
Parceria é esperança de avanços
O transplante é um processo cirúrgico no qual uma pessoa recebe em seu corpo um órgão ou tecido de um doador. Segundo o médico Luciano Leão, muitas vezes a fila de espera não diminui porque ainda é pequeno o número de pessoas dispostas a autorizar doação de órgãos.
Ele diz que a novidade no campo dos transplantes é a perspectiva de parceria, ainda sem data confirmada, da Central de Notificação, Captação e Distribuição de Órgãos de Goiás (CNCDO-GO) com as secretarias de Saúde e de Educação do Estado de Goiás. Trata-se de um acordo para desenvolver e intensificar campanhas para atrair doadores e esclarecer dúvidas.
Entenda como funciona o processo de doação ao transplante
A Central de Transplantes do Estado de Goiás conta com quatro equipes. A primeira equipe faz contato com a família do doador para verificar a possibilidade de retirada dos órgãos. Se a família concordar, a equipe logo informa a central.
Outra equipe é a burocrática, que entra em contato com médicos realizadores de transplantes em hospitais como a Santa Casa, o Hospital Santa Genoveva, entre outros. Existe outra equipe que providencia a retirada dos órgãos e também a que faz a distribuição para os receptores.
No inicio do próximo ano os transplantes não devem ser realizados apenas no Hospital de Urgências de Goiânia, como ocorre atualmente. “Com isso, reduziremos o tempo de espera da família pelo corpo”, afirma.
Nova regulamentação
A nova regulamentação do Sistema Nacional de Transplantes define que crianças e adolescentes menores de 18 anos terão prioridade no recebimento de órgãos de pessoas da mesma faixa etária. Elas também poderão entrar na fila de transplante de rim antes de enfrentarem a fase terminal da doença.
A equipe médica supervisiona a atualização online do prontuário do paciente. Quem estiver na espera por um órgão também poderá ver na internet a sua posição e o andamento da fila.
O regulamento também dificulta a comercialização de órgãos como fígado e rim. A doação entre pessoas que não são da mesma família deve passar por uma comissão de ética formada por funcionários dos hospitais.
Para mais informações acesse: http://www.transplantes.go.gov.br/ ou envie seu e-mail para centraltransplantes.go@saude.gov.br
Telefones: 62-32018319 / 3201.8320
A capoeira não é uma luta !!??
A metáfora da capoeira serve para a internet? Vamos juntar aquilo que escrevemos, mais os rituais todos, para dizer algo que seja belo, porque a beleza evita as disputas.
As disputas não findaram
O mito nasce a partir de uma reza que por sua vez envolve uma crença. A democracia uma vez foi mito até que se estabelece como ordem sócio-política. Entretanto, hoje desconhecemos o nosso futuro mas mantemos a esperança de encontrarmos um modelo que sustente as relações humanas. É possível que a democracia se apresente como verdade – no sentido de universalidade - ou se pense em uma nova forma de integração social. E, se almejamos a integração social, supõe-se que as disputas não findaram. Nesse ponto, a internet permite a potencialidade de imaginarmos um mundo possível, o qual tem todos os elementos para existir mas ainda não é tangível.
Ana Renata de Oliveira Fernandes
José Augusto Carvalho Neto
José de Jesus Rodrigues Carvalho
Réulliner da Silva Rodrigues
Melanie Gothe
Queila Carmo

A oficina foi realizada no dia 29 de maio, Ministrada pelo Professor Marcus Minuzzi, nas dependências da Faculdade de Comunicação e Biblioteconomia - FACOMB da Universidade Federal de Goiás (UFG), durante o XII Congresso de Ciências da Comunicação na Região Centro-Oeste - Intercom Centro-Oeste 2010.
As disputas não findaram
O mito nasce a partir de uma reza que por sua vez envolve uma crença. A democracia uma vez foi mito até que se estabelece como ordem sócio-política. Entretanto, hoje desconhecemos o nosso futuro mas mantemos a esperança de encontrarmos um modelo que sustente as relações humanas. É possível que a democracia se apresente como verdade – no sentido de universalidade - ou se pense em uma nova forma de integração social. E, se almejamos a integração social, supõe-se que as disputas não findaram. Nesse ponto, a internet permite a potencialidade de imaginarmos um mundo possível, o qual tem todos os elementos para existir mas ainda não é tangível.
Ana Renata de Oliveira Fernandes
José Augusto Carvalho Neto
José de Jesus Rodrigues Carvalho
Réulliner da Silva Rodrigues
Melanie Gothe
Queila Carmo

A oficina foi realizada no dia 29 de maio, Ministrada pelo Professor Marcus Minuzzi, nas dependências da Faculdade de Comunicação e Biblioteconomia - FACOMB da Universidade Federal de Goiás (UFG), durante o XII Congresso de Ciências da Comunicação na Região Centro-Oeste - Intercom Centro-Oeste 2010.
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Eu aprendi....que ignorar os fatos não os altera
Depois de algum tempo, você aprende a diferença, a sutil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas. E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança. E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão. Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo. E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam... E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la, por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais. Descobre que se levam anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante das quais se arrependerá pelo resto da vida. Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher. Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos. Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos. Aprende que as circunstâncias e os ambientes tem influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser. Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto. Aprende que não importa onde já chegou, mas onde está indo, mas se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve. Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados. Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências. Aprende que paciência requer muita prática. Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se. Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou. Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha. Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso. Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel. Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama, contudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso. Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo. Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado. Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte. Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás. Portanto... plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores. E você aprende que realmente pode suportar... que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!"
William Shakespeare
William Shakespeare
Oficinas ajudam na Integração da Comunidade...
Lar de Jesus

“Oficinas de Cabeleireiros com a professora Shirley Dias”.

A instituição filantrópica Lar de Jesus oferece cursos profissionalizantes de diversas modalidades. As inscrições são abertas aproximadamente de três em três meses, conforme as turmas se formam. As oficinas são totalmente gratuitas e as inscrições podem ser realizadas na própria sede da instituição. As oficinas são ministradas pelo Lar de Jesus há cinco anos, atualmente tem três modalidades: cabeleireiros/manicure que atualmente é ministrada pela professora Shirley Dias, bordados/bijuterias ministrada pela professora Vanessa Bastos e informática ministrada pelo professor Anthonny. A coordenação geral das oficinas é realizada pela Dumara Aparecida que também é uma das voluntárias da associação. As inscrições são totalmente gratuitas, a idade mínima para se inscrever é de 14 anos, porém não tem idade máxima, os cursos são direcionados para toda a comunidade onde o aluno no final dos cursos recebe um diploma que pode ser usado profissionalmente. Além das oficinas e dos cursos profissionalizantes também é realizado semanalmente, palestras por profissionais de todas as áreas, inclusive com psicólogos, abordando temas educativos de interesse do jovem. Dumara Aparecida que está a frente do projeto relata que as vezes acontece de sobrar vagas nas oficinas e cursos, está situação de evasão dos alunos está atribuída a falta de recursos dos mesmos para o pagamento do transporte até a associação, “o Lar de Jesus oferece até 15 vagas por oficina/cursos mas as vezes acontece de sobrar vagas pois nem todos alunos tem o dinheiro do transporte” relata. As pessoas da comunidade que tiveram a oportunidade de participar dos cursos profissionalizantes ao realizar todos os módulos estão prontas para o mercado de trabalho, podendo usar o que apreendeu para se realizar profissionalmente. É o que relata ex-alunas dos cursos.
Silvia Hipólita
49 anos / Bordadeira Participou do curso de Bordado
“O curso foi bom, pois agora posso ter uma renda extra, atualmente eu uso o que apreendi no curso de bordado como profissão.”
Nilva de Fátima
42 anos / Cabeleireira Participou do curso de Cabeleireira e Bordado
“Através do que apreendi no curso hoje tenho uma profissão e já tenho uma boa clientela, está oportunidade mudou muito minha vida, com o meu trabalho adquiri minha independência e conheço pessoas novas. Por ter feito estes cursos já tive vários convites de trabalho.”
Vladimir Romeiro / Projeto Metamorfose
28 anos / Pedreiro Atualmente participa do curso de Informática
“O curso para mim é um aprendizado a mais na minha vida, e acho muito bom o curso.”
Leonardo Cardoso / Projeto Metamorfose
20 anos / Servente de Pedreiro Atualmente participa do curso de Informática
“Nas aulas aproveito para fazer amigos. O curso é ótimo, serve de aprendizagem e é bom no meu futuro e para arrumar um emprego.”
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